Pular para o conteúdo

Direito Público

Direito Constitucional

As grandes teses que sustentam o projeto: segurança jurídica, controle de constitucionalidade e tribunais superiores.

Direito constitucional, aqui, raramente é uma causa própria. É a camada que aparece quando a discussão comum já não resolve: quando o que está em jogo deixa de ser a interpretação de uma cláusula e passa a ser a estabilidade da relação inteira.

Quando a tese constitucional aparece

Contratos de longo prazo são feitos sobre uma promessa implícita: a de que as regras do jogo não mudarão do meio para o fim sem contrapartida. Quando mudam, a discussão sobe de patamar.

  • segurança jurídica e proteção da confiança diante de mudança regulatória superveniente;
  • ato jurídico perfeito e direito adquirido em relações que atravessam décadas;
  • os limites do controle da administração e o dever de considerar as consequências práticas da decisão;
  • modulação de efeitos, quando a mudança de entendimento atinge situações já consolidadas;
  • controle de constitucionalidade, concentrado e difuso.

Tribunais superiores exigem outra peça

Sustentar uma tese em Brasília não é repetir, com mais páginas, o que foi dito na origem. Muda o filtro de admissibilidade, muda o que o tribunal aceita rediscutir e muda o público: um tribunal superior decide pensando no próximo caso igual, não só neste. A peça precisa ser escrita para esse leitor.

A formação por trás

Esta é a área de origem do escritório. A atuação vem do mestrado em Direito do Estado pela Universidade Federal do Paraná e da pesquisa no Núcleo Constitucionalismo e Democracia do Centro de Estudos da Constituição, e é ela que sustenta as teses das demais áreas da frente pública quando o caso chega ao ponto de precisar delas.